Esta é a última noite em Cancun. Amanhã, às 15h iniciamos nossa jornada de volta para casa. Por isso, este post de balanço do que é Cancun e como ela foi nestes últimos dias.
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A Mari só chegou por aqui no fim do dia 1o. de janeiro, terça, o que atrapalhou bastante os planos de todos nós, que logicamente ficamos esperando-a;
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O único dia com o tempo realmente bom foi no dia 1o. de janeiro, quando amanheceu com sol e assim ficou até umas 16h – horário que a Mari chegou ao hotel, já acompanhada da chuva – nos outros dias, só o que vimos foi muitas nuvens no céu e um vento fortíssimo;
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Hotéis all-inclusive são roubada. Por mais que eles se esforcem, o serviço sempre vai ser deficitário. Para fugir da mesmice de comer todas as refeições no hotel, jantamos todos os últimos dias na rua;
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Alugamos um carro para ir a Chitchén-Itzá, uma das novas sete maravilhas do mundo. O lugar fica a cerca de 250km de distância de Cancun (2h30 de carro, 3h de ônibus). Era a única saída, já que estava ficando tarde, não tínhamos comprado pacotes (a 70 dólares) e não havia qualquer possibilidade de abrir o sol. É bonito e tal, mas não tem nada de “maravilha do mundo”. As pirâmides de Teotihuacan, perto da Cidade do México, são muito mais legais. Tvz Chitchén-Itza leve vantagem apenas no quesito tamanho da “cidade”;
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O pedágio mais caro do mundo: 20 dólares! Entre Cancun e Chitchán-Itzá. Depois dessa “facada” descobrimos que havia uma pista paralela e sem pedágios. Decidimos voltar por ela, mas a noite, os caminhões vindo na mão contrária e a velocidade máxima permitida mais baixa (80km/h x 110 km/h) nos mostraram que 40 reais é o preço que se paga para chegar mais rápido e seguro por aqui;
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A comida por aqui é deliciosamente apimentada;
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As coisas aqui são bem americanizadas. aliás, eles aceitam dólar por todos os lados – cada um cobrando o câmbio que quer…
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Faltou sol!


